Índios ameaçam incendiar prédio da FUNASA. E agora??? 1

Veículo muito apreciado pelos índios do sul do Amazonas

Veículo muito apreciado pelos índios do sul do Amazonas

Centenas de índios de várias etnias invadiram o prédio da FUNASA em Manaus (08/06/09). Eles exigem a exoneração do atual chefe do Distrito Especial de Saúde Indígena , Radamésio Abreu, e agora também do coordenador da Funasa no Amazonas, Pedro Paulo Coutinho


Há mais de 100 caciques, representando pelo menos 12 etnias de 22 municípios do Amazonas. Os índios mais jovens estão pintados para a guerra e armados de arcos e flechas.

12 carros da própria instituição foram colocados de forma a impedir a passagem de pessoas e de viaturas de polícia.  Os veículos estão cheios de materiais inflamáveis e os invasores ameaçam tocar fogo caso a a Polícia Federal tente retirá-los. 

A  Justiça Federal no Amazonas determinou  a reintegração de posse o que não foi cumprido pelo indígenas.

Segundo o cacique Antonio Mota, da etnia Mura, os manifestantes não querem briga, mas sim a negociação. “Mas se for o caso, haverá derramamento de sangue”, mostrando que eles estão prontos para um possível confronto e que o clima é tenso.

Quanto abuso!!

Há cerca de três anos os índios  cobram ilegalmente pedágio  na Rodovia Transamazônica entre as cidades de Humaitá e Apuí (AM) e fica por isso mesmo.  Em razão deste pedágio (extorsão), até as Forças Armadas foram afrontadas. Após as eleições gerais de 2006, uma  ponte fora destruida, impedido um combóio do Exército de retornar para sua base militar.

Agora, invadem um prédio público, descumprem uma ordem judicial e ainda ameaçam incendiar tudo.

O que teria acontecido se a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a “Raposa do Sol” tivesse sido a favor dos arrozeiros de Roraima? Os índios iriam tocar fogo em tudo? Atacar com suas flechas?

É preciso que o Estado ponha limites nestas ações.

Cometer extorsões, ameaças, lesões corporais, homicídios, dano ao patrimômio público, e depois alegar que não são responsáveis pelos seus atos, é incomcebível. Para os direitos, são ora indíos ora civilizados, para os deveres são sempre sílvicolas inimputáveis.

Estamos em um Estado de Direito e nínguém está acima da lei. ” Licet enim legibus soluti sumus, attamen legibis vivimus” (Embora sejamos livres por causa das leis,no entanto nós vivemos de acordo com elas).


Respeitem os direitos dos índios, mas que eles também respeitem os nossos.

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