Qual é o preço da liberdade de expressão? 4

A minha recente história de “blogueiro” começou  como uma brincadeira.

Não fazia idéia dos temas  e tampouco a forma de como iria abordá-los.

O primeiro post falou sobre o prêmio “Urso de Ouro” ganho pelo filme “Tropa de Elite”. O segundo, falava sobre a aposentadoria de Fidel Castro.

Aos poucos, fui percebendo  inesperadas funções que está atividade passou a representar para mim.

Evoluiu para uma válvula de escape, uma terapia e um espaço onde revelo minha ação e meu discurso (Hannah Arendt).

Aqui, pratico  cidadania e tenho a oportunidade de desabafar, opinar, criticar, informar, trocar idéias… ser pró-ativo.

Passei a publicar assuntos que considero inportantes: jurídicos (jurisprudências e doutrinas), notícias,  dados estatísticos, pessoais, esportivos, biografias, religiosos…

Algumas postagens foram frutos da indignação, quando vi valores éticos sendo jogados em cova rasa ou quando invertiam por razões torpes os pólos do certo e do errado.

Outras,  são filhas da ironia, escritas em roupagem discreta e indeterminada mas que  serviam como terno sob medida.

Ai… chegou a hora de “pagar o preço das idéias”. De enfrentar as reações manifestas ou ocultas de desagrado.

Como dito por um colega, teria que arcar com as consequências decorrentes de escrever o que pensava.

Que assim seja!

Este “espaço”  não é mas uma brincadeira  e minha liberdade de expressão e consciência não têm preço!!

(16Melius est modicum iusto super divitias peccatorum multas, 17 quoniam brachia peccatorum conterentur, confirmat autem iustos Dominus. PSalmus 37)

“16Mais vale o pouco que o justo tem, do que as riquezas de muitos ímpios. 17 Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas o Senhor sustém os justos.” Salmo 37