LIVRO CONTA HISTORIA DOS PERSONAGENS DO MUTIRÃO CARCERÁRIO Resposta

LIVRO CONTA HISTORIA DOS PERSONAGENS DO MUTIRÃO CARCERÁRIO


A história dos personagens envolvidos no Programa Mutirão Carcerário, realizado em todo o Brasil pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), vai virar livro e, no futuro, documentário para o cinema, de acordo com o jornalista André Di Ceni, que é assistente do jornalista e escritor José Louzeiro.

Para tornar o projeto realidade, André está percorrendo o País para ouvir depoimentos de magistrados, promotores de Justiça, defensores públicos, advogados e, principalmente, das pessoas – apenados e ex-presidiários beneficiadas pelas soluções adotadas pelo mutirão.Nesta semana, André Di Ceni encontra-se no Espírito Santo.

Chegou na terça-feira (23) e fica até o dia 31, próxima quarta-feira. “Estou viajando por todos os Estados para contar a história dos mutirões carcerários. O objetivo é fazer um panorama atual e o resumo do que foi o mutirão em cada Estado. A missão é localizar personagens que foram beneficiados com os mutirões, pessoas que saíram das prisões depois de ouvidas pelos juízes que atuaram nos mutirões carcerários. Por isso, estarei rodando todo o Espírito Santo, indo na casa de ex-presidiários e também visitando apenados nas cadeias”, disse André Di Ceni.
No Estado, ele está tendo apoio do juiz coordenador das Varas de Execuções Penais, Marcelo Loureiro, e do juiz-corregedor Ezequiel Turíbio. Segundo o jornalista, o livro não é sobre os relatórios dos mutirões. Tem objetivo maior de contar a história dos personagens. “No futuro, após o lançamento do livro, existe a possibilidade de fazermos um documentário”, antecipa André.

O parceiro de André Di Ceni no projeto, José de Jesus Louzeiro, é autor de diversas obras famosas. Hoje, com 80 anos, ele escreveu, por exemplo, o livro “Aracelli, Meu Amor”, que contou a história do sequestro e morte da estudante Aracelli Cabrera Sanches.

A menina, que era capixaba, tinha 8 anos quando desapareceu a caminho de casa, após sair do Colégio São Pedro, na Praia do Suá, em Vitória. Araceli foi encontrada morta depois de seis dias de desaparecida. Seu corpo estava próximo ao Hospital Infantil, na Praia do Canto.
O primeiro trabalho de José Louzeiro no cinema aconteceu em 1976, como co-roteirista do filme “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia”.

Os livros mais conhecidos de José Louzeiro são: “Infância dos Mortos”, argumento do filme Pixote; “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (título homônimo no cinema); “Araceli, Meu Amor”; “Em Carne Viva”, lembrando o drama de Zuzu Angel e de seu filho Stuart Angel, morto na tortura, na década de 60.

Assessoria de Comunicação do TJES
25 de outubro de 2012

Parabéns André Di Ceni

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