O triplo filtro: O verdadeiro, o bom e o útil (Sócrates) 8

socratesNa Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito estimado pelo seu elevado conhecimento. Um dia, um conhecido do grande filósofo aproximou-se dele e disse:

– “Sócrates, sabe o que eu acabei de ouvir acerca daquele teu amigo?”

– “Espera um minuto”, respondeu Sócrates, “Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o “Teste do Filtro Triplo.”

– “Filtro Triplo?”

– “Sim,”, continuou Sócrates, “Antes que me fales do meu amigo talvez fosse uma boa idéia parar um momento e filtrar aquilo que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo.” E continuou: “O primeiro filtro é a VERDADE”. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?

– “Não,”, disse o homem “o que acontece é que eu ouvi dizer que…”

– “Então,”, diz Sócrates,” não sabes se é verdade. Passemos ao segundo filtro, que é BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é BOM?”

– “Não, muito pelo contrário…”

– “Então, continuou Sócrates, “Queres dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro. O último filtro é UTILIDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?”

– “Não, acho que não…”

– “Bem, se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro, para quê dizer-me?” Concluiu Sócrates.

(Autor Desconhecido)

As cem cidades mais populosas do Brasil – IBGE 13

Atendendo ao dispositivo legal, lei nº 8443, de 16 de julho de 1992, no artigo 102, o IBGE fez publicar no Diário Oficial da União, em 14 de agosto de 2009, as estimativas de população para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2009:

1     SP São Paulo 11.037.593

2    RJ Rio de Janeiro 6.186.710

3    BA Salvador 2.998.056

4    DF Brasília 2.606.885

5    CE Fortaleza 2.505.552

6    MG Belo Horizonte 2.452.617

7    PR Curitiba 1.851.215

8   AM Manaus 1.738.641

9    PE Recife 1.561.659

10  PA Belém 1.437.600

11   RS Porto Alegre 1.436.123

12   SP Guarulhos 1.299.283

13   GO Goiânia 1.281.975

14   SP Campinas 1.064.669

15   MA São Luís 997.098

16   RJ São Gonçalo 991.382

17   AL Maceió 936.314

18   RJ Duque de Caxias 872.762

19   RJ Nova Iguaçu 865.089

20   SP São Bernardo do Campo 810.979

21   RN Natal 806.203

22   PI Teresina 802.537

23   MS Campo Grande 755.107

24   SP Osasco 718.646

25   PB João Pessoa 702.235

26   PE Jaboatão dos Guararapes 687.688

27   SP Santo André 673.396

28   MG Uberlândia 634.345

29   MG Contagem 625.393

30   SP São José dos Campos 615.871

31   BA Feira de Santana 591.707

32   SP Sorocaba 584.313

33   SP Ribeirão Preto 563.107

34   MT Cuiabá 550.562

35   SE Aracaju 544.039

36   MG Juiz de Fora 526.706

37   GO Aparecida de Goiânia 510.770

38   PR Londrina 510.707

39   PA Ananindeua 505.512

40   RJ Belford Roxo 501.544

41   SC Joinville 497.331

42   RJ Niterói 479.384

43   RJ São João de Meriti 469.827

44   MG Betim 441.748

45   RJ Campos dos Goytacazes 434.008

46   SP São José do Rio Preto 419.632

47   SP Mauá 417.458

48   SP Santos 417.098

49   ES Vila Velha 413.548

50   RS Caxias do Sul 410.166

51   SC Florianópolis 408.161

52   ES Serra 404.688

53   SP Diadema 397.738

54   PE Olinda 397.268

55   SP Carapicuíba 392.701

56   PB Campina Grande 383.764

57   RO Porto Velho 382.829

58   SP Mogi das Cruzes 375.268

59   SP Piracicaba 368.843

60   AP Macapá 366.484

61   ES Cariacica 365.859

62   MG Montes Claros 363.227

63   SP Bauru 359.429

64   SP Itaquaquecetuba 359.253

65   SP Jundiaí 349.929

66   MG Ribeirão das Neves 349.307

67   RS Pelotas 345.181

68   GO Anápolis 335.960

69   PR Maringá 335.511

70   CE Caucaia 334.364

71   RS Canoas 332.056

72   SP Franca 330.938

73   SP São Vicente 330.795

74   PR Foz do Iguaçu 325.137

75   ES Vitória 320.156

76   PE Paulista 319.373

77   BA Vitória da Conquista 318.901

78   RJ Petrópolis 315.119

79   PR Ponta Grossa 314.681

80   SP Guarujá 308.058

81   AC Rio Branco 305.954

82   SC Blumenau 299.416

83   PE Caruaru 298.501

84   MG Uberaba 296.261

85   PR Cascavel 296.254

86   SP Suzano 284.356

87   PE Petrolina 281.851

88   SP Limeira 281.583

89   PR São José dos Pinhais 279.297

90   PA Santarém 276.665

91   SP Taubaté 273.426

92   SP Barueri 270.173

93   RS Gravataí 269.446

94   RS Santa Maria 268.969

95   RR Boa Vista 266.901

96   MG Governador Valadares 263.274

97   RJ Volta Redonda 261.403

98   RS Viamão 260.740

99   RS Novo Hamburgo 257.746

100 CE Juazeiro do Norte 249.829

Fonte: IBGE/DPE/COPIS/GEADD

Relatório Completo com todas as cidades do Brasil

A falácia e suas variações 1

FALÁCIA

Um argumento inválido que parece válido. Por exemplo: “Todas as coisas têm uma causa; logo, há uma só causa para todas as coisas”. Do ponto de vista estritamente lógico não há qualquer distinção entre argumentos inválidos que são enganadores porque parecem válidos, e argumentos inválidos que não são enganadores porque não parecem válidos. Mas esta distinção é importante, uma vez que são as falácias que são particularmente perigosas. Os argumentos cuja invalidade é evidente não são enganadores e, se todos os argumentos inválidos fossem assim, não seria necessário estudar lógica para saber evitar erros de argumentação. Prova-se que um argumento é falacioso mostrando que é possível, ou muito provável, que as suas premissas sejam verdadeiras mas a sua conclusão falsa. Quando se diz que uma definição, por exemplo, é falaciosa, quer-se dizer que é enganadora ou que pode ser usada num argumento que, por causa disso, será falacioso. Ver refutação.

Falácia ad hominem

(Ataque à pessoa) falácia pela qual se pretende refutar uma afirmação, atacando, ou desvalorizando de alguma maneira, a pessoa que a defendeu. Pode assumir a forma de ataques ao carácter, à raça, à religião ou à nacionalidade da pessoa. Exemplo: “O meu pai diz que não se deve fumar, mas fuma. Logo, não há razões para deixar de fumar”. Neste caso, pretende-se refutar a ideia de que não se deve fumar atacando a pessoa que a defendeu por ela ser incoerente.

Falácia da afirmação da consequente

Falácia que consiste em supor que da condicional “Se P, então Q” e da afirmação da consequente dessa condicional, “Q”, se pode concluir “P”. Exemplo: “Se jogamos bem, então ganhamos o jogo. Ganhámos o jogo. Logo, jogámos bem.” É fácil apresentar uma refutação desta forma de argumento com um contra-exemplo com a mesma forma lógica: o argumento “Se isso é sardinha então isso é peixe. É peixe. Logo, é sardinha.”, implicando a falsidade “Basta ser peixe para ser sardinha”, mostra que este padrão argumentativo é falacioso.

Falácia da circularidade

1. Um argumento cuja conclusão esteja explícita ou implicitamente contida nas premissas; chama-se petição de princípio ou petitio principii a este tipo de falácia. Os casos mais evidentes são aqueles em que a conclusão se limita a repetir a premissa: “Deus existe porque diz na Bíblia e a Bíblia é a palavra de Deus”. Os casos mais sutis incluem variações gramaticais: “Os animais não têm direitos porque não são contemplados na legislação”. É falso que nos argumentos dedutivos válidos a conclusão esteja “contida” nas premissas, como por vezes se pensa. Pois há argumentos dedutivos válidos cujas conclusões não estão “contidas” nas premissas: “Sócrates é grego; logo, Sócrates é grego ou os livros estão errados”. E há argumentos dedutivos inválidos cujas conclusões estão “contidas” nas premissas: “Se Sócrates tivesse nascido em Estagira, seria grego; Sócrates era grego; logo, Sócrates nasceu em Estagira”.

2. Uma definição é falaciosamente circular se definir A em termos de B e depois B em termos de A, sem com isso esclarecer A. Por exemplo: “Uma pessoa solteira é uma pessoa não casada”. E o que é uma pessoa casada? “É uma pessoa não solteira”. Um certo grau de circularidade nas definições é aceitável, desde que se trate de uma circularidade informativa. Por exemplo, as definições científicas de massa, peso, energia, força, etc., acabam por ser circulares, mas são informativas.

Falácia da composição

Falácia que consiste em concluir que, por as partes de um todo ou os elementos de uma classe terem uma propriedade, o todo ou a classe também devem ter tal propriedade. Exemplo: “As células não têm consciência. Portanto, o cérebro, que é feito de células, não tem consciência.” Provamos que esta forma de argumento é falaciosa com exemplos simples como, por exemplo, “O oxigénio e o hidrogénio não são bebíveis. Logo, a água não é bebível”.

Falácia da divisão

Falácia que consiste em atribuir às partes de um todo ou aos elementos de uma classe uma propriedade do todo ou da classe. “F é uma excelente equipa. i joga na equipa F. Logo, i é um excelente jogador.” contra-exemplo: “A classe dos números é infinita. Ora 2 é um número. Logo, 2 é infinito”.

Falácia da exclusão

São frequentes os argumentos que omitem conhecimentos relevantes para avaliar uma conclusão. Por exemplo: uma pessoa empenhada em provar que as guerras são inevitáveis e que se limite a colecionar os exemplos favoráveis oferecidos pela história, incorre nesta falácia por excluir conhecimentos relevantes — deveria, por exemplo, explicar por que razão a Suíça, estando trezentos anos sem guerrear, não é um contra-exemplo que arruína a sua tese.

Falácia da falsa analogia

Um argumento analógico é fraco quando sobrevaloriza as semelhanças entre duas ou mais coisas ou quando despreza diferenças relevantes. Os casos mais extremos são falsas analogias. O argumento “Uma casa teve um arquiteto e tem um senhor; assim o Universo, a casa de todos, teve um arquiteto e tem um senhor — Deus” é um caso óbvio de falsa analogia porque a pretensa semelhança entre “casa” e “Universo” é apenas um efeito literário e retórico.

Falácia da negação da antecedente

Falácia que consiste em supor que, se uma condicional, “Se P, então Q”, e a negação da sua antecedente, isto é, “não P”, forem verdadeiras, a negação da sua consequente, isto é, “não Q”, também é verdadeira. Exemplo: “Se copiaste, acertaste. Não copiaste. Logo, não acertaste”. Apesar de ser fácil apresentar contra-exemplos — “Se Camões é espanhol, então é ibérico. Camões não é espanhol. Logo, Camões não é ibérico” — é uma falácia muito frequente.

Falácia da pergunta complexa

Pergunta formulada de tal modo que uma resposta direta compromete a pessoa com mais do que uma afirmação. Cria-se esta falácia incluindo na pergunta afirmações ou suposições às quais o interrogado ainda não assentiu. A pergunta “Já deixaste de copiar?” só deve ser aceite por quem já reconheceu ter copiado porque tanto o “sim” como o “não” são comprometedores: o “sim” será interpretado como confissão de que a pessoa copiou; o “não” será interpretado como confissão de que a pessoa ainda copia.

Falácia do apelo à força

Argumento que, para defender a sua conclusão, apresenta ameaças em vez de razões. As ameaças podem ser diretas ou consequências possíveis e apenas sugeridas. Exemplo: “Isso talvez seja verdadeiro mas se o afirmar a empresa terá de prescindir dos seus serviços”. O apelo à força é legítimo em algumas circunstâncias, por exemplo para fazer cumprir a lei ou como conselho técnico destinado a evitar acidentes.

Falácia do apelo à ignorância

Argumento em que, confessada a ignorância sobre a verdade de uma afirmação, se conclui que a afirmação é falsa (ou que da ignorância sobre se uma afirmação é falsa se conclui que ela é verdadeira). Exemplos clássicos de apelos à ignorância falaciosos: “Ninguém provou que Deus existe. Logo, Deus não existe”, “Não há provas de que Deus não exista. Logo, Deus existe”, “Ninguém sabe qual é a causa natural de X. Logo, X tem uma causa sobrenatural”. Há apelos à ignorância não falaciosos. Por exemplo: se uma pessoa acusa o nosso pacato vizinho de ser um ladrão mas não apresenta indícios, devemos rejeitar a acusação. Em geral, o apelo à ignorância é legítimo se a negação da sua conclusão colide com o conhecimento comum.

Falácia do apelo à piedade

Um apelo à piedade do auditório é falacioso  se puser em segundo plano os factos ou critérios que devem justificar uma afirmação. Exemplo: “O professor deve dar-me o 18 porque de outra maneira não entro em medicina e a minha vida atrasa-se.” é um apelo ao sentimento de piedade do professor para que este altere os seus critérios.

Falácia do apelo ao povo

Esta falácia caracteriza-se pelo apelo às emoções de um grupo ou à suposta sabedoria partilhada por todos (povo). Em regra, este apelo a emoções ou saberes comuns apela a motivos e não a razões. Exemplo: “Todas as pessoas sensatas rejeitam X. Logo, deves rejeitar X”. Neste caso, espera-se que o desejo de ser incluído na classe das pessoas sensatas leve o auditório a aprovar a conclusão.

Falácia do apelo às consequências

Falácia, ou classe de falácias, em que possíveis consequências práticas de uma proposição são usadas como prova. Exemplo: “Se toda a ordem fosse apenas aparente, o mundo seria inquietante. Logo, a ordem não é apenas aparente.” Neste caso espera-se que o desejo de segurança do auditório o leve a rejeitar uma proposição e a tomar a sua negação como verdadeira.

Falácia do falso dilema

Falácia que consiste na suposição de que, sobre um determinado assunto, só há duas alternativas quando de facto há mais. Exemplos: “Estás com a América ou contra a América.”, “És rico ou pobre.”, “És bom ou mau”. Estas suposições falsas são muitas vezes usadas como premissas de argumentos dedutivos válidos (ver validade), do género: “Estás com a América ou contra a América: Não estás com a América; logo, estás contra a América”.

Falácia do homem de palha

Esta falácia consiste em atacar as ideias de uma pessoa apresentando-as numa versão deficiente ou distorcida. Constitui uma violação do princípio de caridade — a exigência de que, no debate racional, se ataque a versão mais sólida das ideias que queremos contestar. Exemplos desta falácia: “A única razão para defender a pena de morte é o desejo primitivo de vingança.”, “Reprovaram-me porque só olharam para o meu comportamento”.

Falácia genética

Esta falácia ocorre quando, para avaliar uma teoria ou afirmação, se invocam factores do contexto de descoberta que são irrelevantes como prova. Em regra, é falacioso apelar a contextos históricos ou sociais ou às circunstâncias psicológicas em que surgiu uma teoria para legitimar um juízo sobre essa teoria. Exemplos: os nazis cometeram a falácia genética ao desvalorizar as teorias de Einstein por este ser judeu; muitas pessoas acreditam falaciosamente que o casamento monogâmico é a única forma de família legítima apenas com base na sua longa história.

Falácia post hoc

Falácia também designada “depois disso, por causa disso” porque consiste em presumir que se dois acontecimentos são sucessivos, então o primeiro é causa do segundo. “Ingeriu o mel e a constipação passou. Logo, o mel é bom para tratar constipações.”, “Rezou e a sorte mudou. Logo, rezar é eficaz para mudar o curso dos acontecimentos”. Na base desta falácia pode estar a sobrevalorização de sequências acidentais, o descarte de possíveis causas subjacentes ou o simples desejo de acreditar.

Fonte: Dicionário Escolar de Filosófia (www.defnarede.com)

40 anos de “Abbey Road” o último e misterioso disco gravado pelos Beatles 2

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Dezenas de fãs se aglomeram todos os dias em uma das faixas de pedestres mais famosas do mundo, em frente aos estúdios da Abbey Road em Londres, para tirar a lendária foto dos Beatles atravessando a rua de mesmo nome, há 40 anos.

Mas agora, neste dia 8 de agosto, os nostálgicos dos “Fab’ Four” vão lotar a emblemática rua para celebrar o 40º aniversário da foto, capa do último disco gravado e considerado o mais importante da banda, também chamado “Abbey Road”.

O ritual se repete a cada dia neste cruzamento, perto de St John’s Wood, no noroeste de Londres. Centenas de turistas se fotografam fazendo os mesmos gestos: em fila indiana, olhar fixos para frente, pernas espaçadas.

Fora o fato de as faixas brancas estarem desgastadas, o cenário quase não mudou. “É um dos raros endereços não alterados da história dos Beatles, onde podemos ter uma ideia do que aconteceu naquela época”, explica um fã californiano.

Popular na época, o bairro se tornou uma área residencial afastada de Londres, cheia de propriedades de milhões de libras.

“É muita gente que vem aqui, gente demais para alguns motoristas que buzinam e gritam palavras nada gentis em inglês”, conta Paul, vendo os turistas demorarem na posa para tirar a foto na faixa de pedestres.

Quinze metros mais longe, no número 3 de Abbey Road, o estúdio de gravação é a segunda etapa da peregrinação. Além dos Beatles, Fred Astaire, Glenn Miller, Pink Floyd, Oasis e U2 já gravaram lá. Mas as milhares de assinaturas e grafites do muro da entrada são dedicados aos Beatles.

Marcelo, um fã brasileiro dos Beatles, está a procura de seu nome, gravado ali há 13 anos. Entre os inúmeros rabiscos, há frases apaixonadas como “Simon and Alice here come together”, “Come together over”, “This is where the magic happened”, em geral resumidas por um título de suas músicas: “Here comes the sun” e “All you need is love”.

Marcelo continua procurando. Sem sucesso. “O guia nos disse que eles pintam o muro seis vezes ao ano”, explicou Lucille. Até as casas vizinhas foram invadidas.

“As pessoas vêem aqui e batem à porta para que os deixemos entrar, mas não temos nada a ver com o estúdio”, contou, visivelmente aborrecido um senhor de 60 anos e morador do número um da Abbey Road.

Acima do cruzamento, o estúdio da Abbey Road instalou uma webcam e, desde 1999, um site convida os fãs a publicar suas melhores fotos.

Christophe e seus filhos estão satisfeitos com as que tiraram. “Agora fazemos um pouco parte dessa foto histórico”, explicou.

Esta foto, causou muito alvoroço pelas supostas mensagens subliminares que trazia. Dentre elas, a morte de Paul McCartney.

Na capa do “Abbey Road” – 1969:

O Funeral – Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro. John , de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrisson seria o coveiro

O Carro na Rua – Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente.

O Carro de Polícia -Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência,  como um acidente de trânsito.

O cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto. Erro do sósia?

Pés descalços – Paul é o único Beatle de pés descalços.Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços.Detalhe: seus olhos também estão fechados.

A Chapa do Carro (fusca branco) – A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a abreviação de “Linda McCartney Weeps” (Linda McCartney Chora) ou “Linda McCartney Widow” (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria “28 years IF alive”, o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27 mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.

O Disco “Abbey Road” foi o último gravado pelos Beatles (1969). “Let it Be” foi o último lançado (1970), mas fora gravado em data anterior àquele.

As músicas:

1- Come Together

2- Something

3- Maxwell’s Silver Hammer

4- Oh! Darling

5- Octopus’s Garden

6- I Want You (She’s So Heavy)

7- Here Comes the Sun

8- Because

9- You Never Give Me Your Money

10- Sun King

11- Mean Mr. Mustard

12- Polythene Pam

13- She Came in Through the Bathroom Window

14- Golden Slumbers

15- Carry That Weight

16- The End

17- Her Majesty

Fontes: http://www.g1.com.br e  www.fotolog.com.br/tracy679/52796753

Fotos de Manaus/Am 11

O que é bonito é para ser mostrado

Manaus

Ponte da Sete de Setembro

Ponte da Sete de Setembro

Teatro Amazonas

Teatro Amazonas

Sambódromo de Manaus

Sambódromo de Manaus

Encontro das águas (Rio Negro e Rio Solimões)

Encontro das águas (Rio Negro e Rio Solimões)

Av. Djalma Batista

Av. Djalma Batista

Ponta Negra

Ponta Negra

Praça da Polícia

Praça da Polícia

Shopping Manauara

Shopping Manauara

Bondinho (centro histórico)

Bondinho (centro histórico)

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Bellíssimas imagens retiradas do sitio: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=883704

(Por Daniela Artur)

VEJA:

Novo estádio de Manaus/Am para a Copa do Mundo de 2014

Montblanc: “Porque Elas me Fazem Feliz” 29

Considerado um dos principais  colecionadores das canetas Montblanc neste país, meu irmão mais velho Marcus Valério fora citado em recente artigo publicado na revista “Istó é Dinheiro” (08/07/2009). Nesta ocasião,  Adriana Tombolatto, diretora de marketing da Montblanc do Brasil, referiu-se a ele como um cliente que conhece a Montblanc tão a fundo que assemelhar-se-ia a um embaixador da grife.

Transcrevo um texto de sua autoria dedicado a esta sua grande paixão:

PORQUE ELAS ME FAZEM FELIZ!

Por Marcus Valério Lins Barroso

Montblac Lorenzo de Medici

Montblac Lorenzo de Medici

A fala definiu a humanidade, mas é como nós escrevemos que nos define. A palavra escrita sempre me fascinou e podemos dizer que a nossa letra é o desenho de nossa personalidade. Ninguém no mundo inteiro vai conseguir, mesmo sendo um perito profissional, reproduzir com exatidão absoluta a nossa letra, se esta for feita com uma caneta tinteiro. A nossa assinatura passa a ser o nosso carimbo pessoal.

Ainda no tempo em que não existia o computador, o jovem que entrava na faculdade recebia de seu pai uma bela caneta tinteiro para nunca mais esquecer aquele momento tão especial, e a guardava como um de seus maiores tesouros pessoais até o fim de sua

vida. O competente executivo que se aposentava, após anos de serviços prestados, ganhava uma caneta-tinteiro de ouro maciço 18K, como agradecimento de sua empresa pelo seu saber compartilhado com os colegas durante todo aquele tempo.

Este é um dos maiores emblemas de uma caneta tinteiro: o símbolo do conhecimento, do saber e da cultura, e que vem ganhando cada vez mais importância. Valemos pelo nosso conhecimento, porque é através dele que iremos conquistar tudo o que nos proporcionará o sustento e o conforto durante as nossas vidas, além de nos completar como pessoas.

Montblanc Meisterstuck 149

Montblanc Meisterstuck 149

É por isso que uma caneta tinteiro, com uma pena de ouro de 18k, é mais do que um objeto de desejo para estas pessoas que valorizam a cultura e o conhecimento; ela acaba por tornar-se uma amiga para sempre.

Talvez por isso que, quando vi pela primeira vez uma Montblanc Meisterstück nº 149, em 1988, foi amor à primeira vista! Esta é a caneta tinteiro mais clássica e admirada de todo o planeta, por ser a mais antiga em produção ininterrupta, desde 1952 sem mudança de estilo. Ícone da Maison fundada em 1906 e símbolo da tradicional manufatura Européia, é a sucessora da original Meisterstück de 1924, que significa “obra-prima” em alemão.

Foi em uma revista que enumerava as melhores coisas da vida – o melhor carro, a melhor máquina fotográfica, o melhor barco… e como o melhor instrumento de escrita lá estava ela: bela, redonda, sexy, atemporal. E aquela forte paixão só poderia virar um verdadeiro amor!

A Montblanc nasceu no berço onde a fabricação perfeita é uma obsessão: a Alemanha. Não existe nenhum produto feito pelos germanos que algum outro país consiga fazer melhor. “Made in Germany” é uma das maiores grifes do mundo contemporâneo. Sendo eu um perfeccionista e apreciador de

produtos artesanais impecáveis, principalmente europeus, não teria como fugir de uma forte ligação com a marca da estrela de seis pontas ou cume nevado.

As Edições Limitadas Montblanc, produzidas e lançadas desde 1992, são sinônimo do que ela faz de melhor, no mundo dos Instrumentos de Escrita.

Montblac Imperial Dragon 888

Montblac Imperial Dragon 888

Divididas por temas como “Os Patronos das Artes” e “Os Escritores”, a Maison de Hamburgo me faz vibrar todos os anos com as suas edições tão especiais.

A expectativa de saber qual será o homenageado, se será uma reedição de uma de suas maravilhosas peças da década de 20 ou 30 ou se trará um novo design, é realmente emocionante!

É comum dizer que a vida é uma guerra; e como os generais recebem medalhas, nós também merecemos as nossas como recompensas pelas lutas que vencemos em nossas vidas. Como as Edições Limitadas Montblanc são anuais, nos temas

Patronos das Artes e Escritores, as tenho como as minhas medalhas de conquistas, verdadeiras fotografias de cada tempo, daqueles preciosos momentos.

Quando eu revejo a minha estimada coleção, é como se eu estivesse vendo um álbum de fotografias de minha vida, a minha história contada em capítulos, ou melhor dizendo: em canetas tinteiro Montblanc.

Qual a minha preferida? Eu diria que são duas: a Montblanc Lorenzo De Medici e a Montblanc Imperial Dragon 888.

A Montblanc Lorenzo De Medici é uma delas por ter sido a primeira do conceito Patronos das Artes, em 1992, quando tudo começou, e por também ter sido toda trabalhada à mão. Foram produzidas 4810 peças para todo o mundo, correspondentes à altura do monte Mont Blanc – o mais alto da Europa e que deu nome à minha querida marca – e ainda assim não existem duas iguais! Cada uma, inclusive, é assinada no corpo pelo mestre-artesão que a confeccionou.

Já a Montblanc Imperial Dragon 888 foi lançada em 1993, para ser distribuída em original, exclusivamente na Ásia. Ela tem um clipe e detalhes em ouro maciço 18K, tendo sido produzidas apenas 888 unidades. O oito é o número da sorte no Oriente, simboliza a fartura e riqueza, e o símbolo deitado representa o infinito.

Para ter este exemplar em minha coleção, tive que fazer uma verdadeira loucura! Era 1996 e eu achava que nunca a teria, quando recebi a maior revista especializada em Instrumentos de Escrita daquele tempo, a Pen Word International. A revista trazia telefone e endereço de uma das lojas mais especializadas do mundo em edições limitadas de todas as marcas existentes, em Nova York.

35973_sEram três horas da tarde no Brasil, uma quarta-feira, quando perguntei se eles tinham Edições Limitadas Montblanc. Para minha surpresa, disseram que havia uma peça destas, raríssima e lacrada de fábrica, e que só poderiam vendê-la pessoalmente. Não pensei duas vezes: liguei para uma agência de turismo, comprei a passagem e no outro dia, às oito da manhã, estava em frente da loja em Nova York, a capital do mundo. Não conhecia a cidade até então, e esta foi uma das mais incríveis viagens de minha vida.

Eu e a minha esposa Lusinei – meu grande amor e minha maior incentivadora, conhecemos pessoalmente o “quartel-general” da Montblanc-Simplo GmbH em Hamburgo, a segunda maior cidade alemã (menor só que Berlim) e conhecida como o portão da Alemanha para o mundo

Já o visitei por três vezes, para fazer o tour da fábrica e rever queridos amigos, sendo que em duas destas visitas fui recebido pelo Sr. Norbert Platt, Presidente Mundial da Montblanc na época, e hoje o poderoso CEO do Richemont Group, segundo maior do mundo em luxo e dono da Montblanc. Inesquecível!

montblanc

Como posso não gostar de algo que me dá tanto prazer? Impossível. Tenho umas das melhores e mais completas coleções de canetas Montblanc do Brasil e isto, sem modéstia, me deixa muito orgulhoso.

O colecionador é um sujeito tanto admirado quanto incompreendido. Mas se alguém me perguntar por quê eu coleciono as canetas tinteiro da Montblanc, vou responder sinceramente: porque elas me fazem feliz!

Os tenistas (masculinos) no topo do Ranking (por semanas) 5

1. PETE SAMPRAS –  – 286 semanas

Pete Sampras

Pete Sampras

2. IVAN LENDL –  – 270 semanas

3. JIMMY CONNORS – Flag of the United States – 268 semanas

4. ROGER FEDERER –  – 238 semanas

5. JOHN McENROE – Flag of the United States – 170 semanas

6. BJORN BORG –  – 109 semanas

7. ANDRE AGASSI – Flag of the United States – 101 semanas

8. LLEYTON HEWITT – Flag of Australia – 80 semanas

9. STEFAN EDBERG – Flag of Sweden – 72 semanas

10. JIM COURIER – Flag of the United States – 58 semanas

11. RAFAEL NADAL – Flag of Spain – 46 semanas

12. GUSTAVO KUERTEN –  – 43 semanas

13. ILIE NASTASE –  – 40 semanas

14. MATS WILLANDER – Flag of Sweden – 20 semanas

15. ANDY RODDICK – Flag of the United States – 13 semanas

16. BORIS BECKER –  – 12 semanas

17. MARAT SAFIN – Flag of Russia – 09 semanas

18. JOHN NEWCOMBE –  08 semanas

19. JUAN CARLOS FERRERO – Flag of Spain – 08 semanas

20. THOMAS MUSTER – Flag of Austria – 06 semanas

21. YEVGENY KAFELNIKOV –  06 semanas

22. MARCELO RÍOS –  – 06 semanas

23. CARLOS MOYÀ –  – 02 semanas

Atualizado até 06/07/2009

A “amizade” segundo ALBERT EINSTEIN 1


Pode ser que um dia deixemos de nos falar. Albert Einstein

Mas , enquanto houver amizade

faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe.

Mas, se a amizade permanecer,

um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos.

mas, se formos amigos de verdade,

a amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos.

Mas, se ainda sobrar amizade,

nasceremos de novo um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe.

Mas com a amizade construiremos tudo novamente,

cada vez de forma diferente,

sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos

e nos lembraremos para sempre.

Ha duas formas para viver sua vida.

Uma é acreditar que não existe milagre.

A outra é acreditar, que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein

Frases que inspiram II Resposta

” Sucesso só vem antes do trabalho no dicionário”   – A. Einstein


“O primeiro dever da inteligência é desconfiar dela mesma.”   –  Albert Einstein


“Quando todo mundo esta pensando igual, ninguém esta pensando coisa alguma”  –  Walter Lipman


“Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade.   –   Winston Churchill

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“Quando voce contrata pessoas mais inteligentes que voce,  prova que voce é mais inteligente que eles” –  Richard Grant


Ha 2 tipos de funcionários que voce deve evitar, o que não faz o que voce manda, e o que só faz o que voce manda”   Bud Hadfield

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“Nunca nada de grandioso foi conseguido sem entusiasmo” Ralph Emerson

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“A primeira condição para ser alguma coisa é não querer ser tudo  ao mesmo tempo.”   Tristão de Ataíde

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“O verdadeiro herói não alardeia  seu feito. Pois o fogo arde em silêncio, e sem ruído brilha o sol” – Autor desconhecido

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“Experiência não é o que acontece a você, mas sim o que voce faz com o que acontece’ – Aldoux Hexley

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“Nada é permanente, a não ser a mudança”      Heraclito

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“O insucesso é apenas uma   oportunidade para recomeçar de novo  com mais inteligência”. – Henry Ford

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“Status é comprar coisas que você não quer,  com o dinheiro que você não  tem, a fim demostrar para gente que você não gosta, uma pessoa que você  não é. ” – Geraldo Eustáquio de  Souza

VEJA:

Frases que inspiram III

Frases que inspiram