Os 100 maiores PIBs do Mundo (FMI – Setembro de 2011) 7

Newworldmap.png Terra 70.011.680
União EuropeiaUnião Européia 17.960206
1 Flag of the United States.svg Estados Unidos 15.064.816
2 Flag of the People's Republic of China.svg China 6.988.470
3 Flag of Japan.svg Japão 5.855.385
4 Flag of Alemanha Alemanha 3.628.623
5 Bandeira da França França 2,808.265
6 Brasil Brasil 2,517.927
7 Flag of the United Kingdom.svg Grã Bretanha 2,480.978
8 Itália Italia 2.245.706
9 Flag of Russia.svg Russia 1,884.903
10 Flag of India.svg India 1.843.382
11 Flag of Canadá Canadá 1.758.680
12 Espanha Espanha 1.536.479
13 Flag of Australia.svg Austrália 1.507.402
14 Flag of Mexico.svg México 1.185.215
15 Flag of South Korea.svg Coreia do Sul 1.163.847
16 Flag of the Netherlands.svg Holanda 858.282
17 Flag of Indonesia.svg Indonesia 834.335
18 Flag of Turkey.svg Turquia 763.096
19 Flag of Switzerland.svg Suíça 665.898
20 Suécia Suécia 529.046
21 Bélgica Bélgica 571.567
22 Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita 560.294
23 Polónia Polônia 531.758
24 Flag of the Republic of China.svg Taiwan 504.612
25 Flag of Norway.svg Noruega 479.267
26 Flag of Iran.svg Irã 475.052
27 Flag of Argentina.svg Argentina 435.179
28 Áustria Austria 425.091
29 Flag of South Africa.svg Africa do Sul 422.037
30 Flag of the United Arab Emirates.svg Emirados Arabes 358.080
31 Dinamarca Dinamarca 349.121
32 Flag of Thailand.svg Tailândia 339.396
33 Flag of Colombia.svg Colômbia 321.460
34 Flag of Venezuela.svg Venezuela 312.042
35 Grécia Grêcia 309.837
36 Finlândia Finlândia 270.553
37 Flag of Singapore.svg Cingapura 266.498
38 Flag of Malaysia.svg Malásia 247.465
39 Flag of Nigeria.svg Nigeria 247.128
40 Flag of Hong Kong.svg Hong Kong 246.941
41 Flag of Israel.svg Israel 245.266
42 Flag of Chile.svg Chile 243.049
43 Portugal Portugal 241.921
44 Flag of Egypt.svg Egito 231.890
45 Irlanda Irlanda 222.269
46 Bandeira da República Tcheca República Checa 220.335
47 Flag of the Philippines.svgFilipinas 216.096
48 Flag of Pakistan.svg Paquistão 204.081
49 Flag of Romania.svg Romênia 185.315
50 Flag of Algeria.svg Argélia 183.415
51 Flag of Kazakhstan.svg Cazaquistão 180.147
52 Flag of Qatar.svg Qatar 173.206
53 Flag of Kuwait.svg Kuwait 171.065
54 Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia 168.824
55 Flag of Peru.svg Peru 168.459
56 Flag of Ukraine.svg Ucrânia 162.850
57 Hungria Hungria 147.874
58 Flag of Vietnam.svg Vietnã 121.611
59 Flag of Bangladesh.svg Bangladesh 114.973
60 Flag of Morocco.svg Marrocos 101.767
61 Flag of Angola.svg Angola 99.325
62 Eslováquia Eslováquia 97.239
63 Flag of Libya.svg Líbia 71.336 (1)
64 Flag of Azerbaijan.svg Azerbaijão 68.501
65 Oman flag 300.png Omã 66.848
66 Flag of Ecuador.svg Equador 65.308
67 Flag of Syria.svg Síria 64.740
68 Bandeira da CroáciaCroácia 64.160
69 Flag of Sudan.svgSudão 63.329
70 LuxemburgoLuxemburgo 62.936
71 Flag of Sri Lanka.svgSri Lanka 58.824
72 Flag of Belarus.svgBielorrússia 57.715
73 Flag of the Dominican Republic.svg República Dominicana 54.355
74 Flag of Bulgaria.svg Bulgária 54.271
75 Flag of Slovenia.svg Eslovênia 52.430
76 Flag of Myanmar.svg Mianmar 50.201
77 Flag of Uruguay.svg Uruguai 49.423
78 Flag of Tunisia.svg Tunísia 48.932
79 Flag of Guatemala.svgGuatemala Sérvia 46.730
80 Flag of Lebanon.svgSérvia 46.444
81 Flag of Uzbekistan.svg Uzbesquistão 43.719
82 LituâniaLituânia Libano 43.171
83 Flag of Serbia.svg Libano 41.458
84 Flag of Costa Rica.svg Costa Rica 40.024
85 Flag of Yemen.svgIémen/Iêmen 36.692
86 Flag of Kenya.svgQuênia 36.102
87 Flag of Ethiopia.svg Etiópia 30.501
88 Flag of Panama.svg Panamá 30.233
89 Flag of Jordan.svg Jordânia 28.402
90 Letónia Letônia 27.407
91 Flag of Bahrain.svg Bahhein 26.421
92 Flag of Cameroon.svg Camarões 25.834
93 ChipreChipre 25.655
94 Flag of Turkmenistan.svg Turcomenistão 24.107
95 Flag of Bolivia.svgBolívia 23.875
96 Flag of Cote d'Ivoire.svgCosta do Marfin 23.800
97 Flag of Tanzania.svg Tanzânia 23.197
98 Flag of El Salvador.svgEl Salvador 22.616
99 Flag of Trinidad and Tobago.svgEstônia 22.541
100
Paraguay
22.340

Fonte: Fundo Monetário Internacional (estimativa em 09/2011) site: http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2011/02/weodata/index.aspx

(1) dados de 09/2011

(2) PIB de 2011 não fornecido (mantido o de 2010)

Os valores estão em bilhões de dolares

VEJA >>>>>> Projeção dos PIBs para 2011/2016 (FMI 2011)

DESIGUALDADES SOCIAIS E A SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA Resposta

Introdução 

Falar sobre a realidade Amazônida é sempre um desafio, pois não podemos deixar de ressaltar a seu imenso territórios de riqueza, com seus ecossistemas, sua imensa floresta e bacia hidrográfica, ao mesmo tempo, que sobressai o descompasso entre as políticas desenvolvimentistas direcionadas a região e as demandas da população local, projetos implementados sem priorizar as reais necessidades dos diversos cenários geográficos, com suas populações nativas (indígenas, brancos e negros), com formações socioculturais diversificadas, porém imersas num quadro de pobreza e exclusão social.

Contexto que reflete também a ausência de uma política de Estado voltada à Região que implique sobre os impactos ecológicos, principalmente no que corresponde à escassez dos recursos naturais renováveis e não renováveis, quanto ao futuro das gerações de forma ético – política para toda humanidade, ou seja, sem relegar os saberes, a cultura, a participação e organização dos verdadeiros (stakeholder) envolvidos nesse processo.

Ressalta-se que o modelo de desenvolvimento da Amazônia vem acompanhando a lógica do sistema capitalista globalizado, neoliberal, socialmente excludente e marcado pelo alto consumo e desperdício das classes mais abastadas da sociedade. Nesse contexto, a Zona Franca foi criada, atendendo aos interesses do capital transnacional sem que houvesse um monitoramento e avaliação por parte do Estado sobre os impactos sócio- culturais e ambientais que tal ação poderia desencadear, ou seja, estabeleceu-se um crescimento econômico de forma adversa, que consequentemente desencadeou as desigualdades sociais e regionais, bem como os problemas ecológicos visualizadas na atualidade.

Com certeza a Região é vista no mundo como um celeiro em potencial de fontes inesgotáveis de recursos naturais e reserva de grande parte da biodiversidade existente no planeta. Mas podemos também nos questionar, que parte dessa realidade deve-se revelar? Porque, a Amazônia não está representada somente pelo seu enorme potencial natural, mas principalmente pelos impactos em nível internacional, nacional e regional contra os riscos para as gerações futuras de uma degradação ambiental.

Debate que deve ser tratado nos fóruns sociais e acadêmico-centíficos, envolvendo uma visão ideo-política, para além das teorias e conceitos, numa diversidade de análises e interpretações em torno da temática meio ambiente, sustentabilidade, questão sócio-ambiental, desenvolvimento sustentável, dentre outros.

Além da ampla diversidade de abordagens conceituais, observa-se uma diversidade de propostas quanto ao enfrentamento dos problemas ocasionados pelos impactos ecológicos para toda humanidade.

Na realidade, o que se pode observar é o descompasso entre as políticas desenvolvimentistas direcionadas a região e as desigualdades gestadas nesse processo para a população local, onde o desenvolvimento econômico na Amazônia acompanhou também a lógica da exclusão social, posto que, não vem ocorrendo de forma eficaz e eficiente a relação do homem com a natureza, a partir de um sistema planetário comprometido com os princípios étnicos, culturais, políticos e sociais.

Com o propósito de colaborar na produção de novos conhecimentos e produzir subsídios qualificados para as discussões sobre as desigualdades sociais e a sustentabilidade na Amazônia, este artigo ressalta, questões como: Desigualdade Social, Sustentabilidade – caminhando para um novo paradigma e desigualdade social x sustentabilidade na Amazônia.

1. Desigualdade Social: um debate conceitual 

Após pouco mais de vinte anos de política neoliberal, do espetacular desenvolvimento tecnológico e informático alcançado e da (re)implantação dos sistemas democráticos na América Latina, a pobreza continua se reproduzindo, alimentada pela crescente exclusão e desigualdade social que nascem como produto da dinâmica atual (Diaz e Cattani, 2005)

Neste sentido, o crescimento sustentado no modelo de desenvolvimento pautado na globalização demonstrou um avanço em alguns setores e deixou estagnados outros, nos quais a realidade foi marcada por transformações contraditórias, principalmente nos setores sócio-ambientais, onde se estimulou a sociedade ao consumo sem estruturar as redes de proteção social, para atender ao crescente índice de desigualdades sociais.

Salama (2008, p. 39) destaca que o crescimento não é neutro do ponto de vista distributivo. Porém, ele faz crescer as desigualdades, ou as diminui, de acordo com o regime de crescimento adotado. E ainda o crescimento não é regular e a evolução da pobreza não varia da mesma forma que o PIB. A autora afirma tambem que medir os efeitos do crescimento sobre a pobreza, através das variações das desigualdades, possibilita perceber que o índice de pobreza se reduz menos, porque as desigualdades aumentam, desta forma estamos diante de um crescimento empobrecedor.

É partindo deste entendimento que as populações amazônidas terão destaque, uma vez que se presencia a cada momento o empobrecimento destas populações que deveriam ser tratadas como um diferencial por estarem numa área singular, tanto pela área geográfica quanto pelas suas particularidades, uma vez que a cada período histórico se limitam a utilização das terras, dos rios, da fauna, da flora e de formas de manter a subsistência das diversas famílias que ocupam este grande celeiro de biodiversidade, enquanto guardiões para o restante do planeta.

Logo estes homens e mulheres percebem o quanto estão vivenciando uma realidade contraditória, pois os amazônidas de uma forma geral tantos os residentes das áreas urbanas como das áreas rurais, podem afirmar que convivem com uma biodiversidade amazônica e quase ou tão pouco podem usufruir destas diversidades.

Segundo Reigota (1994, p.11), o homem vive na contemporaneidade profundas dicotomias, pois se considera como um elemento da natureza, mas vive como se fosse um ser à parte, apenas observador e ou explorador da mesma. “Esse distanciamento fundamenta suas ações tidas como racionais, mas cujas consequências graves exigem dos homens, nesse fim de século, respostas filosóficas e práticas para acabar com o antropocentrismo e o etnocentrismo” (in NOGUEIRA & CHAVES, p.130).

Para a ampliação deste debate Faleiros (2003) reflete que a superação da pobreza implica, pois, a definição de uma posição e de uma atuação estratégica do Estado e de Estado em defesa prioritária de redução das desigualdades sociais, usando como instrumento o combate à fome.

Na realidade amazônica poderíamos analisar se é a partir do combate a fome que há redução das desigualdades? Portanto, há uma urgência em rever os princípios que são discutidos em Encontros sobre o Meio Ambiente Humano, quanto a possibilidade de elaboração de políticas que visem o desenvolvimento sustentável da populações tidas como tradicionais, a fim de reduzir a fome e a exclusão social.

Uma vez que manter a subsistência auto-sustentável na Amazônia está limitada à horticultura de coivara e à captura de fauna em baixa intensidade, ou seja, o meio amazônico não pode sustentar a produção de recursos alimentares em grande escala, necessários para o suprimento de densas populações humanas, em áreas de conservação ou de preservação a longo prazo, esta condição deixará as populações amazônidas mais vulneráveis aos índices de desigualdades, o que as tornam empobrecidas.(NEVES, 1989)

E é por fazer parte deste universo tão vasto de riquezas e tão pouco explorado que as populações que nela vivem não usufruem nem um terço do que é extraído destas terras pelo capitalismo que continua se apoderando dos recursos sem devolver a este povo a oportunidade de reduzir o índice de desigualdades que tanto aproxima a todos do índice de empobrecimento.

Segundo Freitas (2003, p 167), a história do capitalismo emergente na Europa ocidental, ilustra a natureza destrutiva das relações de seus processos de produção econômica com a questão ecológica. Isto é, a questão ambiental imprime historicidade as realidades sociais e considera o desenvolvimento como desigual como uma das âncoras de sua interpretação numa complexidade nas relações entre o homem e a natureza.

Para dar início a um ciclo de mudanças quanto a paradigma ambiental é necessário uma articulação entre Estado, sociedade civil organizada e a comunidade científica, através de invenções cientificas e tecnológicas, para imprimir uma visão que perpasse o termo ecodesenvolvimento, que debate a satisfação das necessidades básicas (materiais, psicossociais) e a promoção da autonomia das populações envolvidas.

Através desta terminologia foi possível quebrar com algumas ilusões sobre a questão ecológica, cujo aporte trata de uma visão crítica ao modelo de desenvolvimento, onde desloca o foco da crítica ao desmitificar a culpabilização aos pobres desmascarando a ilusão do poder ilimitado da tecnologia.

Neste contexto, o ecodesenvolvimento preconiza que é preciso dotar a população de capacidade de sustentação, o qual aponta para a construção de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito às outras culturas e as outras gerações.

Para Sachs, o conceito de ecodesenvolvimento surgiu dessas considerações gerais.

Com efeito, sua aspiração é a de definir um estilo de desenvolvimento particularmente adaptado às regiões rurais do Terceiro Mundo, (…) levando em conta os dados ecológicos da mesma forma que os culturais, as necessidades imediatas como também aquelas em longo prazo. (SACHS, 1986, p. 18)

Portanto, as expressões das desigualdades no contexto amazônico está diretamente interligada ao seu enfrentamento a partir da gestão de recursos renováveis e não-renováveis, comprometidos com um desenvolvimento sustentável, a partir de uma ética ambiental que envolva o Estado, as populações tradicionais, os gestores, pesquisadores, cientistas sociais, numa luta ideo –politica para a sustentabilidade na Amazônia, questão que veremos a seguir.

2.Sustentabilidade – caminhando para um novo paradigma. 

Nas últimas três décadas os estudos em torno da questão socioambiental tem sido algo tão relevante quanto o desenvolvimento do sistema capitalista. Países de todos os continentes têm sido convocados a contribuir com alternativas para reduzir os impactos ambientais provenientes do aceleramento do desenvolvimento industrial.

Desta forma há uma necessidade de promover um estudo sobre as estratégias que o planeta passa a construir a partir das concepções sobre meio ambiente, ecodesenvolvimento (Sachs,1980), desenvolvimento sustentável (Godard,1994) e sustentabilidade (Relatório de Brundtland,1987), chamando a sociedade para uma reflexão sobre as alternativas de sustentabilidade para a Amazônia.

Segundo Godard (1997), percebe-se que, após a década de 70, passamos a tomar consciência, em certos meios, do fato de que as raízes dos problemas ambientais deveriam ser buscadas nas modalidades de desenvolvimento tecnológico e econômico e de que não se tornaria possível confrontá-los sem uma reflexão e uma ação sobre essas modalidades de desenvolvimento.

Destaca-se que, historicamente, estas buscas por novas interpretações das terminologias têm como debate os conceitos que norteiam a sustentabilidade, sendo necessário mobilizar a sociedade para o questionamento sobre a legalidade das recomendações dos países desenvolvidos, quanto ao uso predatório de recursos naturais, os quais vinham impondo aos países em desenvolvimento, através de complexas exigências de controle ambiental, ocorrendo acumulação de riquezas, bem como a industrialização diferenciada entre os países.

Destaca-se o ano de 1968, onde ocorreu a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e que, mediante os sérios problemas ambientais que afetavam o mundo já na década de sessenta, convocou todos os países para participarem da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que veio a se realizar em junho de 1972 em Estocolmo.

Essa Conferência chamou a atenção das nações para o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da natureza e criando severos riscos para o bem estar e para a própria sobrevivência da humanidade. Marcada por uma visão antropocêntrica de mundo, em que o homem era tido como o centro de toda a atividade realizada no planeta, desconsiderou o fato de que a espécie humana poderia fazer parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra.

Em 1988 a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma Resolução determinando à realização, até 1992, de uma Conferência sobre o meio ambiente e desenvolvimento que pudesse avaliar como os países haviam promovido a Proteção ambiental desde a Conferência de Estocolmo de 1972. Na sessão que aprovou essa resolução o Brasil ofereceu-se para sediar o encontro em 1992.

Na Comissão Mundial para o Meio Ambiente (CMMAD), também conhecida como Comissão de Brundtland, presidida pela primeira-ministra norueguesa Gro Haalen Brundtland e assessorada já neste período por Ignacy Sachs, no processo preparatório a Conferência das Nações Unidas – também chamada de “Eco 92”, foi desenvolvido um relatório que ficou conhecido como “Nosso Futuro Comum”, no qual as informações colhidas pela comissão ao longo de três anos de pesquisa e análise, deu destaque as questões sociais, principalmente no que se refere ao uso da terra, sua ocupação, suprimento de água, abrigo e serviços sociais, educativos e sanitários, além de administração do crescimento urbano. (fonte)…

Neste relatório está exposta uma das definições mais difundidas do conceito de “desenvolvimento sustentável”, que atende as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de atenderem as necessidades das gerações futuras. O relatório de Brundtland considera que a pobreza generalizada não é mais inevitável e que o desenvolvimento de uma cidade deve privilegiar o atendimento das necessidades básicas de todos e oferecer oportunidades de melhora de qualidade de vida.

É contraditório falar sobre atendimento das necessidades básicas de todos e melhoria de qualidade de vida em se tratando da realidade de Manaus e de toda a Amazônia, quando estes relatórios ao mesmo tempo em que criam mecanismos para proteger áreas ditas de preservação, não procuram viabilizar formas do homem da floresta como: o ribeirinho, o indígena e o caboclo de se libertarem das amarras de dependência econômica histórica dos regatões e das fábricas instaladas no Pólo Industrial de Manaus, das Olarias no Iranduba, das Casas de farinha nas diversos interiores e mais recente das áreas de agropecuária em Autazes, que em troca de produtos industrializados se tornam dependentes de sua própria força de trabalho e de sua produção para manter suas famílias, onde se produz um paneiro de farinha por dois quilos de açúcar. 

Ao contrário o que se percebe nos encontros “ecologicamente correto” são mecanismos para viabilizar a proteção da biodiversidade com ações pontuais para penalizar os habitantes desta imensa riqueza Amazônica em benefício apenas das grandes empresas transnacionais, que subtraem não somente as riquezas, mas a liberdade dos “guardiões da floresta” que ficam alijados de seus direitos e de sua liberdade e a mercê de sua própria sorte, pois há uma grande roupagem ideológica quanto a proteção do meio ambiente e que nos remete a um questionamento:

Afinal estamos buscando formas de sustentabilidade ou de insustentabilidade para os guardiões da floresta, integrantes deste imenso berço esplêndido?

Sendo que, uma das principais questões debatidas na atualidade é o termo “equidade” como condição para que haja a participação efetiva da sociedade na tomada de decisões, através de processos democráticos, para o desenvolvimento urbano. Porém, esta mesma sociedade força o ribeirinho a deixar seu habitat natural, de onde ele consegue de forma criativa nascer, crescer, procriar e envelhecer, portanto, será que realmente é necessário retirar o caboclo de sua realidade para que ele possa ter acesso a bens e serviços? Segundo Teixeira (2008):

 a pressão da expropriação da terra e da dissolução do modo de vida preexistente extrai todo o alicerce onde se assenta a segurança dessas famílias e joga esses diversificados grupos na vala comum dos desvalidos, muitos dos quais vão engrossar o contingente urbano das periferias das sedes municipais.(TEIXEIRA, 2008, p.145 )

Neste sentido, será que a sustentabilidade prevalece paralela às desigualdades sociais enfrentadas por estas populações? Teixeira (2008) também destaca o uso de forma irregular dos recursos, de um lado, além de serem escassos, continuam centralizados e só são liberados na base dos critérios nacionais, que são padronizados, para a aprovação de projetos. Por outro lado, os novos paradigmas, em si, não se tornaram efetivos e não resolveram algumas visões de assistência social. Há muitos governantes e gestores que continuam comungando com os valores assistencialistas de ajuda, como ação esporádica, como esforço voluntário, como tutela, como favor, como caridade, como clientelismo como instrumento de poder e de formação de redutos eleitorais.

Isso teve reflexos no sistema jurídico internacional, resultando na adoção e criação de tratados e organizações internacionais, direta ou indiretamente voltados à busca de soluções para problemas ambientais. Os tratados ambientais internacionais mais antigos dizem respeito a questões regionais ou pontuais e eram mais esparsos. 

Contudo, com o advento da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano em 1972, e a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), mas conhecida com Rio 92. Tendo como resultado o planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, conciliando a proteção ambiental com justiça social e eficiência econômica. Tal desejo de mudança quanto um novo modelo de desenvolvimento sustentável oportunizou a elaboração da agenda 21 com a participação de 179 países que criaram um programa de ação num documento com quarenta capítulos, que embasando o acordo que define a importância da criação por cada país de uma Agenda 21 com estabelecendo em cada território a implantação de um fórum composto por governo, sociedade civil organizada que estruture as prioridades locais por meio de projetos e ações de curto, médio e longo prazo, bem como implantação das responsabilidades dos stakholders.

Na literatura clássica e contemporânea há um entendimento da realidade social possibilitando que outros termos sejam inseridos, com o intuito de fortalecer a proteção ao ambiente sem restringir o crescimento econômico, através de alternativas que possibilitem a construção de novos paradigmas que estimulem inclusive a mudança de hábitos e de costumes que venham a contribuir com a conservação da natureza sem degradar o ambiente.

Portanto, para que haja uma análise da categoria sustentabilidade na Amazônia é necessário eliminar as barreiras entre diferentes tradições de pensamento buscando a construção da interdisciplinaridade que se articule com as dificuldades, tendo em vista os muros construídos pelo próprio conhecimento científico.

3. Caracterização da Desigualdade Social 

A caracterização da desigualdade nos remete ao desenvolvimento do sistema capitalista e suas formas de exacerbação da exclusão social. Sposati (2006) destaca que:

o desenvolvimento das metas do milênio, através do Relatório da ONU(2-7-2006), permite algumas reflexões sobre a topografia social do mundo, que expressa, não só pelas condições de vida dos povos, mas também pelo ritmo de sua alteração na busca da redução do mal estar social. (SPOSATI, 2006, p.19)

Neste contexto, o Brasil é o oitavo país em desigualdade social, e o quinto país mais populoso do mundo. O coeficiente Gini no Brasil é de 0,0547 com base em dados de 2004. Os 19% mais ricos acumulam quase 47% da renda nacional e na Namíbia, o país com o pior coeficiente de desigualdade, os 10% mais ricos retém 64,7% da renda. (Idem) 9

Destaca-se que a Amazônia ocidental, segundo dados do IBGE(2004) contem uma população de 1.592.555 habitantes, concentrando o 7º. BIP entre as capitais brasileiras, porém convive com as mais graves privações e sofrimento humano, onde a pobreza se espalha pelos diversos centros periféricos da região de forma desordenada e o desemprego faz parte do cotidiano de inúmeras famílias que vive sem a devida proteção social, sem acesso a saúde, as escolas, previdência social e saneamento básico entre outros.

Para CATTANI & DIÀZ (2005 p.108) a extinção social como processo pode ser compreendida, então, de diversos pontos de vista históricos. Na etapa pré-capitalista de acumulação originária, a violência o saque são elos elementares legitimados pelo processo sistêmico de colonialismo. Na etapa do capitalismo legitimado, as forma de exação por meio da coação violenta ficam nas margens. Na etapa de globalização, o fenômeno de expulsão retira de frações crescentes da classe trabalhadora a capacidade de sobreviver dentro do sistema legal.

É interessante ressaltar que o Parque Industrial da capital da Amazônia – Manaus -:detêm mais de 103.033 trabalhadores, porém, como vimos nos tópicos anteriores a riqueza produzida não é distribuída igualmente, sendo que a produção da pobreza cresce na mesma proporção da riqueza, reproduzem-se reciprocamente, não há dualidade e as desigualdades sociais apenas se agravam e atravessam a história da cidade desenhando a cartografia da questão social manaunse.

É claro que a Zona franca possibilita cidadania, mas esse desenvolvimento econômico para a Amazônia, também proporcionou desemprego, desestruturação familiar, violência urbana, trabalho infantil, prostituição, analfabetismo, (dês)proteção social, ou seja, uma realidade excludente onde visualiza-se os sem transporte – os sem tetos – os sem casas – os sem escolas – os sem direito á saúde – os sem direito a água, sendo essa a cidade de Manaus com suas contradições e contrastes, que fazem da população rural e urbana, muitas vezes, um cidadão, sem direito à cidades. Reflexões retiradas do Livro SHERER, Elenise(org.). Questão Social na Amazônia. Manaus, Edua, 2009.

Tais características de vulnerabilidade social referem-se principalmente a questão da ausência de trabalho, bem como das fragilidades das redes de sociabilidade e da proteção social, numa sociedade onde um numero acentuado de famílias vivem abaixo do valor da linha de pobreza, sem a devida proteção quanto ao conjunto de necessidades definidas como básicas (alimentação, vestuário, etc) e como indigentes (ou miseráveis) aqueles que recebem abaixo de um valor (linha de indigência) suficiente para comprar apenas uma cesta básica de alimentos.

Os indicadores sociais que compõem o IDH – ATLAS MUNICIPAL DE MANAUS confirmam que mais de 100 mil famílias vivem abaixo da chamada linha de pobreza (IBGE,2000), isto é, na Amazônia ocorre o que poderíamos chamar de uma sociedade desigual, posto que consegue viver num cenário de belíssimas riquezas naturais, ao mesmo tempo que naturaliza-se a pobreza.

Segundo Scherer(2009, p. 142), a distância entre ricos e pobres é abissal.

Em 2000, o IDHM de Manaus era de 0,774, que se apreenta de forma espacialmente diferenciada. No bairro de são Jose na zona leste, especialmente em Nova Vitória, onde concentra famílias pobres que vivem sem nenhuma infra-estrutura urbana e bens de consumo coletivo, o IDHM é de 0,660 quase próximo aos municípios de pauini, Itamarati, Guajara, e Ipuxuna no estado do Amazonas, considerados os municípios mais pobres do Brasil. Em contraste encontra-se o Bairro Vieiralves, dentre outros, com o IDHM de 0,941, quase equivalente em termos de Desenvolvimento Urbano dos países ricos da Europa ocidental(ATLAS MUNICIPAL, 2006).

Nota-se que foi a partir da década de 70 que a sociedade passou a questionar sobre a(in)sustentabilidade urbana, ambiental e social. Na atualidade os dados estatísticos do IBGE(2000) revelam que existem algumas famílias “sobrevivendo” com a importância de R$ 75,00 mensais, isto é, são 101 famílias que vivem “abaixo da linha da pobreza”(in SCHERER, 2009, p. 159).

Portanto, enfrentar esses desdobramentos das desigualdades sociais significa trabalhar com políticas de sustentabilidade, que visem a justiça social, a partir do papel da Estado, a fim de que não ocorra apenas a “gestão da pobreza”, mas principalmente que se materialize a elaboração, implementação, execução de programas sociais (municipal e Federal), comprometidos com as especificidades da regial amazônica e não apenas uma tentativa de resolver as crises ambientais com políticas compensatórias.

Sonia Fleury (2002, p.36), afirma, citando Boaventura de Souza Santos que: o sistema da desigualdade se assenta, paradoxalmente, no caráter essencial da igualdade; o sistema da exclusão é o extermínio; o grau extremo da desigualdade é a escravidão.

Nas concepções atuais, não prevalece mais esta idéia dicotômica de separação entre o humano e a natureza e sim uma nova modalidade de conservação que defende tanto as áreas como a permanência do direito das populações que habitam nestes territórios. Há uma necessidade urgente de ser considerado o que preconiza os diversos documentos já existente como a Carta da Terra (2002) que chama a sociedade como um todo para a importância de realmente trabalhar para garantir a existência humana e não somente resguardar a floresta para o desenvolvimento econômico. Segundo Freitas, a Carta da Terra (2002) destaca que:

Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações (FREITAS, 2003, p).

Enfim, a Amazônia vive uma dualidade que revela a produção de riqueza e uma distribuição desigual, cujo avesso é a pobreza que produz as desigualdades sociais.

4. Desigualdade Social X Sustentabilidade na Amazônia: contribuições para o debate 

Atualmente, uma das preocupações centrais do homem moderno diz respeito a qualidade de vida que está intrinsecamente relacionada ao meio ambiente. O próprio conceito de meio ambiente coloca o homem como elemento central do sistema global, comunicando-se de uma forma ou de outra, como todo e qualquer subsistema através de suas relações.

Partindo da premissa de que todos têm direito a um meio ambiente saudável, uma nova racionalidade sócio-ambiental se faz necessária, a fim de que uma política de sustentabilidade ambiental seja implementada, através do controle e participação das organizações políticas de cada sociedade, principalmente quanto às decisões políticas e econômicas que envolvam o meio ambiente físico e social daqueles que diretamente serão afetados neste processo.

Sendo assim, desenvolver e despertar uma consciência ecológica e critica sobre a criação de políticas publicas ambientais, a partir da população amazonida, como sujeito desse processo, ou seja, participante e agente ambiental é um grande desafio de nossa sociedade. Na realidade, trata-se de (re)definir para a sociedade, um novo padrão civilizatório, no momento em que o mundo experimenta profundas transformações”.

Com base neste pressuposto a Constituição Federal de 1988, estabelece que: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. 

Neste sentido, a imagem do Brasil no mundo, muitas vezes, aparece associada à Amazônia, a qual abriga em seu território imensas riquezas naturais e um mosaico de segmentos sociais empobrecidos e excluídos nos centros urbanos e nas zonas rurais, configurando um cenário complexo e contraditório. Portanto, a cartografia da questão social na Amazônia se expressa no cenário onde há uma dissociação entre a modernidade pretendida e as expressões vivenciadas pelos diversos segmentos sociais da Região.

Situa-se nessa realidade a rotina do ribeirinho, que para receber um benefício assistencial ou ter acesso a saúde, educação, previdência social, dentre outros direitos precisa se deslocar de seu habitat utilizando como estrada os rios da Região, porém, o custo empreendido nesse deslocamento compromete parte do recurso recebido, ou seja, muitas lutas são vivenciadas na batalha do usufruto do exercício de sua cidadania.

O clima é um fator preponderante na realidade Amazônica, que pode dificultar as ações de sustentabilidade devido seu aspecto tropical/chuvoso, que implica no modo de vida das populações, ao orientá-las segundo as intercorrências da natureza, onde a agricultura pode sofrer danos causados pelos impactos ambientais, intensificados pela ação antrópica do homem.

Assim, o manejo dos recursos naturais desencadeados pelo acesso a bens e serviços públicos a partir de uma visão de sustenatbilidade, tendem a naturalizar as expressões da desigualdade social, ao compará-la com realidades de outras regiões do país. Como agravante neste quadro podemos citar a ausência de projetos políticos comprometidos com a realidade amazônida, como exemplo temos o transporte fluvial, nos quais, crianças sem garantia de alimento/segurança, utilizam-se de canoas para chegar a seus destinos sem a mínima proteção, em busca de uma educação de qualidade.

Neste sentido, todas as dificuldades geo-espaciais representam um problema no sentido de romper as grandes distâncias que separam os municípios amazônicos, próximos ou distantes da capital, com dificuldades semelhantes no que diz respeito à produção, desenvolvimento e a serviços como saúde, educação, energia elétrica entre outros.

Segundo FREITAS, 2003, O critério de acessibilidade pode delimitar as condições geo- históricas, econômicas e políticas que possibilitem e impedem se for o caso – o individuo, as comunidades e as populações de usufruírem, no limite de uma conjunção de políticas publicas necessárias para a vigência de uma cidadania plena, dando sentido histórico à noção de sustentabilidade.

Sendo assim, a noção de sustentabilidade só tem vigência, em escala planetária, a partir das experiências locais enquanto política planejada de aproveitamento dos recursos naturais, como estratégias no trato das desigualdades sociais na Amazônia, posto que do contrário, os direitos de cidadania dessas populações transforma-se apenas um sonho inatingível frente à diversidade cultural, à situações políticas, bem como a aplicabilidade de novas tecnologias.

No entanto, a falta de controle social quanto as políticas ambientais, permeia a industrialização em âmbito regional, contrapondo-se ao paradigma de um desenvolvimento sustentável para a região, o qual possibilite o monitoramento da biodiversidade às condições objetivas(materiais) e culturais, em âmbito Federal, Estadual e Municipal..

Assim, o debate sobre a sustentabilidade versos desigualdade social na Amazônia é tido como desafiador, pois deve pautar-se numa dimensão planetária, evidenciando suas imensas particularidades e diversidades culturais e territoriais, visualizando através de um objetivo comum, a preservação da biodiversidade, à diversidade cultural, econômica, política cultural, bem como, as reivindicações e protestos, numa sociedade desigual.

Afinal, de que Amazônia se fala? Aquela dos trópicos úmidos, das mais variadas etnias, de um rico universo sociocultural, com terras abundantes para os migrantes pobres, do massacre daqueles que não tem terra, da vida subhumana dos garimpos, de salários miseráveis, de trabalho escravo, cujo governo é paternalista. Enfim, falar da Amazônia remete as noções de desenvolvimento sustentável, considerando que sua realidade é contraditória, pois inclui sua riqueza natural, mas por outro lado permanece imersa desde sua colonização em problemáticas anti-éticas em torno da questão ambiental e no enfrentamento dessa questão a partir de uma perspectiva de sustentabilidade de acordo com a especificidade da Região.

CONSIDERAÇÕES GERAIS 

Inicialmente é necessário chamar a atenção para a questão de que o ecossistema é finito, portanto passível a demorar a se reerguer, considerando que a biodiversidade se não for utilizada de forma consciente, e sabemos que não o é, corremos um grande risco, de que em pouco tempo não teremos condições de manter a subsistência humana em suas variedades de necessidade, vale ainda considerar que este mesmo ecossistema abriga uma economia cada vez maior e que não tem limites. Fala-se em conservar o ambiente a fim de garantir que as futuras gerações possam usufruir deste ecossistema, mas vivenciamos uma economia selvagem e desigual, que desenvolve ações para estimular um avanço desordenado e com um impacto social, cultural, geográfico entre outros, o que gera um crescimento populacional sem precedentes.

Muitos autores deram sua contribuição, chamando a atenção para as políticas de desenvolvimento as quais não levam a natureza em consideração e muito menos os homens que estão inseridos neste espaço, pois há uma irracionalidade dos governantes e dos extrativistas que só conseguem perceber o lucro e o valor nos recursos naturais como capital natural.

Nesta mesma proporção se extrai os recursos naturais duráveis, pois a natureza não se recompõe na mesma velocidade. É necessário que a comunidade científica e tecnológica perceba a urgência das questões referentes ao ambiente, ao homem e a biodiversidade amazônica a qual está em questão, pois são estes atores sociais que devem ser convocados para explicar o real significado de como manter o planeta de forma sustentável, bem como indicar as implicações que dela decorrem para a construção de uma saída para a sociedade sustentável no Brasil.

E que não seja a economia a maior prevalecência desta época e sim a conservação e o cuidado que o Amazonas, o Brasil e o restante do mundo, tem que ter com o desenvolvimento respeitando ou criando princípios que venham garantir a gestão adequada dos recursos naturais e encontrar estratégicas que venham promover bem-estar humano, e procurar acima de tudo priorizar aqueles homens e mulheres que a sociedade capitalista não vê, ou seja, os milhares de brasileiros que estão imbricados nas florestas com os chavões de caboclo, ribeirinhos, quilombolas e os índios que atualmente são chamados de “índios do Brasil”.

A estes brasileiros que a desigualdade social insiste em acompanhá-los de forma severa, e que precisam perceber a importância de articular o conhecimento tradicional ao conhecimento científico e avançar de forma racional e instrumental, através das ferramentas do saber, para negociarem os recursos a partir da sustentabilidade reduzindo assim as desigualdades sociais.

Percebe-se que para os povos amazônicos a esperança, é algo muitas vezes tão longínquo quanto à cobertura de políticas públicas que realmente venha garantir a estas populações amazônicas alguma possibilidade de ter suas necessidades humanas satisfeitas sem estarem presos as amarras históricas que possuem pela relação de dependência com os regatões, os quais exploram os ribeirinhos com cadernetas de dívidas que passam de pais para filhos e netos, nos beiradões dos rios amazônicos, considerando ainda a realidade que todo brasileiro que não foi contemplado com o fator sorte em nascer em berço de ouro, na sua maioria são brasileiros contemplados com alguma desigualdade. Mas enfrentar o desafio de lutar contra a pobreza, ainda é uma via de mão dupla como diz Sposati (2006) tem momentos que é necessário fazer parte dos excluídos para poder ser incluído em programas de transferência de renda que na sua maioria é muito mais excludente do que propriamente de inclusão social.

Referências 

CAVALCANTI, Clóvis. Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas In: Clóvis Cavalcante (Org.)- Política de governo para o desenvolvimento sustentável: uma introdução ao tema e a esta obra coletiva – São Paulo: Cortez:Recife:Fundação Joaquim Nabuco, 1997.

CHAVES, Ma. Do P. SOCORRO & NOGUEIRA, Marinez Gil. Desenvolvimento Sustentável e ecodesenvolvimento. Somanlu, ano5,n.1, jan/junho. 2005

BINSWANGER; H. C.. Fazendo a sustentabilidade funcionar. In: Clóvis Cavalcante (org.) – Política de governo para o desenvolvimento sustentável: uma introdução ao tema e a esta obra coletiva – São Paulo: Cortez: Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997.

BIALAKOWSKY. A.L; REYNALS, C.; ZAGAMI. M. CRUDI. R. COSTA, M. I.; HAIMOVICI,N. M. Processos sociais de exclusão-extinção:compreender e co- produzir conhecimento e práticas as dinâmicas institucionais em núcleos urbanos segregados. In: CATTANI, Antonio David; DIÀZ, Laura Mota (orgs.). Desigualdades na America Latina: novas perspectivas analíticas. Trad. Ernani Só. Porto Alehre. Editora da UFRGS, 2005.

DIEGUES, Antonio Carlos. O Mito Moderno da Natureza Intocada – São Paulo: HUCITEC, 1996.

FREITAS, Marcílio(org.).Nuanças da sustentabilidade:visões fantásticas da Amazônia. In. A Ilusão da Sustentabilidade/Colaboradores Marilena Corrêa da Silva Freitas, Louis Marmoz – Manaus:Edições Governo do Estado do Amazonas/ Secretaria de Estado da Cultura. Ed. da Universidade Federal do Amazonas, 2003.

FALEIROS, V. DE P. Fome, pobreza e exclusão social: desafios para o governo e a sociedade.Ser Social 13:Revista do Programa de Pós Graduação em Política Social do 16

Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília.Vol.1, n.1(1 semestre). Brasília: UNB, 2003.

GODARD, Olivier. O desenvolvimento sustentável: paisagem intelectual. In Faces do Trópico Úmido – conceitos e questões sobre desenvolvimento e meio ambiente/Edna Castro, Florence Pinton (orgs).- Belém: Cejup: UFPA-NAEA,1997.

MARTINS, José de Souza. Caminhada no chão da noite: emancipação política e libertação nos movimentos sociais do Campo. São Paulo: HUCITEC, 1989.

NEVES, W (org.) Origens, adaptações e Diversidade Biológica do Homem nativo da Amazônia. ED. MPEG,PP.1989.

SACHS, Ignacy. Ecodesenvolvimento: crescer sem destruir. São Paulo: Vértice, 1986.

SHERER, Elenise(org.). Questão Social na Amazônia. Manaus, Edua, 2009.

TEIXEIRA, Joaquina Barata. Meio Ambiente, Amazônia e Serviço Social. Revista em Pauta, Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. N.21-2008

SPOSATI. A. Pobreza e desigualdade no século do desperdício. In: DEBATES SOCIAIS. Inclusão Social: enfrentamento da pobreza e das desigualdades sociais (32. Conferências Internacional de Bem-Estar Social). Rio de Janeiro: CBCISS, 2006. (n.65/66. Ano XLI)

AUTORIA:

 Milane Lima Reis 

Ursula Castro Lapa 

Ma. do P. Socorro Rodrigues Chaves


Os 100 maiores PIBs do Mundo (FMI 2010) 4

Newworldmap.png Terra 61,963,429
União EuropeiaUnião EuropéiaAmérica Latina e Caribe 16.106.8964,699.685
1 Flag of the United States.svg Estados Unidos 14,624.184
2 Flag of the People's Republic of China.svg China 5,745.133
3 Flag of Japan.svg Japão 5.390.897
4 Flag of Alemanha Alemanha 3,305.898
5 Bandeira da França França 2,555.439
6 Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido 2,258.656
7 Itália Itália 2,089.555
8 Brasil Brasil 2.023.528
9 Flag of Canadá Canadá 1,563.664
10 Flag of Russia.svg Rússia 1.476.912
11 Flag of India.svg Índia 1.430.020
12 Espanha Espanha 1.374.779
13 Flag of Australia.svg Austrália 1.219.722
14 Flag of Mexico.svg México 1.004.042
15 Flag of South Korea.svg Coreia do Sul 986.256
16 Flag of the Netherlands.svg Holanda 770.312
17 Flag of Turkey.svg Turquia 729.051
18 Flag of Indonesia.svg Indonésia 695.059
19 Flag of Switzerland.svg Suíça 522.435
20 Bélgica Bélgica 461.331
21 Suécia Suêcia 444.585
22 Polónia Polônia 438.884
23 Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita 434.440
24 Flag of the Republic of China.svg Taiwan 426.984
25 Flag of Norway.svg Noruega 413.511
26 Áustria Áustria 366,259
27 Flag of South Africa.svg Africa do Sul 354.414
28 Flag of Argentina.svg Argentina 351.015
29 Flag of Iran.svg Irã 337.901
30 Flag of Thailand.svg Tailândia 312.605
31 Grécia Grêcia 305.005
32 Dinamarca Dinamarca 304.555
33 Flag of Venezuela.svg Venezuela 285.214
34 Flag of Colombia.svg Colombia 283.109
35 Flag of the United Arab Emirates.svg Emirados Árabes 239.650
36 Finlândia Finlândia 231.982
37 Flag of Hong Kong.svg Hong Kong 226.485
38 Portugal Portugal 223.700
39 Flag of Malaysia.svg Malásia 218.950
40 Flag of Singapore.svg Singapura 217.377
41 Flag of Egypt.svg Egito 216.830
42 Flag of Nigeria.svg Nigéria 206.664
43 Irlanda Irlanda 204.144
44 Flag of Israel.svg Israel 201.254
45 Flag of Chile.svg Chile 199.183
46 Bandeira da República Tcheca República Checa 195.232
47 Flag of the Philippines.svgFilipinas 189.061
48 Flag of Pakistan.svg Paquistão 174.792
49 Flag of Algeria.svg Argélia 158.969
50 Flag of Romania.svg Romênia 158.393
51 Flag of Peru.svg Peru 153.549
52 Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia 138.003
53 Flag of Ukraine.svg Ucrania 136.561
54 Hungria Hungria 132.276
55 Flag of Kazakhstan.svg Cazaquistão 129.757
56 Flag of Qatar.svg Qatar 126.518
57 Flag of Kuwait.svg Kuwait 117.316
58 Flag of Bangladesh.svg Bangladesh 105.402
59 Flag of Vietnam.svg Vietnã 101.987
60 Flag of Morocco.svg Marrocos 91.702
61 Eslováquia Eslováquia 86.262
62 Flag of Angola.svg Angola 85.808
63 Flag of Libya.svg Líbia 77.912
64 Flag of Sudan.svg Sudão 65.930
65 Flag of Ecuador.svg Equador 61.489
66 Bandeira da Croácia Croácia 59.917
67 Flag of Syria.svg Síria 59.633
68 Oman flag 300.png Omã 53.782
69 Flag of Belarus.svg Bielorrússia 52.887
70 Luxemburgo Luxemburgo 52.433
71 Flag of Azerbaijan.svg Azerbaijão 52.166
72 Flag of the Dominican Republic.svg República Dominicana 50.874
73 Flag of Sri Lanka.svg Sri Lanka 48.241
74 Flag of Slovenia.svg Eslovênia 46.442
75 Flag of Bulgaria.svg Bulgária 44.843
76 Flag of Tunisia.svg Tunísia 43.863
77 Flag of Guatemala.svg Guatemala 40.773
78 Flag of Uruguay.svg Uruguai 40.714
79 Flag of Lebanon.svg Líbano 39.149
80 Flag of Serbia.svg Sérvia 38.921
81 Flag of Uzbekistan.svg Uzbesquistão 37.724
82 Lituânia Lituânia 35.734
83 Flag of Myanmar.svg Mianmar 35.646
84 Flag of Costa Rica.svg Costa Rica 35.019
85 Flag of Kenya.svg Quênia 32.417
86 Flag of Ethiopia.svg Etiópia 30.941
87 Flag of Yemen.svg Iémen/Iêmen 30.023
88 Flag of Panama.svg Panamá 27.199
89 Flag of Jordan.svg Jordânia 27.129
90 Flag of Turkmenistan.svg Turcomenistão (1) 26.201
91 Letónia Letônia 23.385
92 Chipre Chipre 22.752
93 Flag of Tanzania.svg Tanzânia 22.434
94 Flag of Cote d'Ivoire.svg Costa do Marfin 22.384
95 Flag of Cameroon.svg Camarões 21.882
96 Flag of El Salvador.svg El Salvador 21.796
97 Flag of Bahrain.svg Bahhein 21.733
98 Flag of Trinidad and Tobago.svg Trinidad e Tobago 21.195
99 Estónia Estônia 19.220
100 Flag of Bolivia.svg Bolívia 19.182

Fonte: Fundo Monetário Internacional (estimativa em 10/2010) site: http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2010/02/weodata/index.aspx

(1) dados de 10/2009

Os valores estão em bilhões de dolares

 

Os 100 Maiores PIBs do Mundo (FMI 2011)

PIB: as 100 maiores cidades do Brasil (IBGE/2010)

Projeção dos PIBs para 2011/2016 (FMI 2011)

IBGE divulga dados referente ao PIB dos municípios brasileiros (2008) Resposta

Em 2008, seis capitais concentravam 25% do PIB do país

 

 

 

São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus tinham os seis maiores PIB entre os municípios e, juntos, eram responsáveis pela geração de um quarto das riquezas produzidas no país.

Ao mesmo tempo, o conjunto das 27 capitais gerava um terço dessas riquezas.

A concentração da atividade econômica era mais acentuada na maioria dos estados do Norte e Nordeste, onde metade do PIB de cada estado vinha dos seus cinco maiores municípios.

São Francisco do Conde (BA) tinha o maior PIB per capita do país (R$288.370,81) e no outro extremo estava Jacareacanga (PA) (R$ 1.721,23).

São Paulo continuava liderando em relação ao valor adicionado (VA) bruto na Indústria e também nos Serviços, enquanto Sorriso (MT) era o líder na Agropecuária. Por outro lado, 32,9% dos municípios brasileiros continuavam muito dependentes da administração pública, que era responsável por mais de um terço de suas economias.

O projeto do Produto Interno Bruto dos Municípios é desenvolvido desde 2000, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). A seguir, as principais informações do PIB dos Municípios 2008.

Em 2008, os seis municípios com as maiores participações no PIB do país, todos capitais, representavam aproximadamente 25,0% do PIB brasileiro: São Paulo (SP), 11,8%; Rio de Janeiro (RJ), 5,1%; Brasília (DF), 3,9%; Curitiba (PR), 1,4%; Belo Horizonte (MG),1,4% e Manaus (AM), 1,3%. No outro extremo, os 1313 municípios com os menores PIB (onde residiam 3,4% da população) respondiam por apenas 1% do PIB do país. A concentração permanecia semelhante à dos anos anteriores.

Os cinco municípios de menor PIB em 2008 foram: Areia de Baraúna (PB), São Luis do Piauí (PI), São Félix do Tocantins (TO), Santo Antônio dos Milagres (PI) e São Miguel da Baixa Grande (PI), em ordem decrescente. A agregação do PIB destes municípios representava, aproximadamente, 0,001% do total do País.

Na maioria dos estados do Norte e Nordeste, metade da riqueza é gerada por apenas cinco municípios

Na maioria dos estados do Norte e Nordeste, os cinco maiores municípios de cada estado concentravam mais da metade do PIB estadual. As exceções foram Tocantins (44,7%) e Bahia (47,4%). O Sudeste não apresentou padrão específico, sendo que os cinco maiores municípios do Espírito Santo e do Rio de Janeiro concentravam mais de 65% do PIB dos seus estados. No Sul e Centro-Oeste, essa concentração era bem menor, exceto em Mato Grosso do Sul (55,6%).

Em 2008, os cinco maiores municípios do Amazonas eram responsáveis por 88,1% do PIB do estado, que tinha a maior concentração espacial de renda do País, com Amapá (87,6%) e Roraima (85,4%) a seguir. No outro extremo, Santa Catarina (35,5%), Rio Grande do Sul (36,0%) e Minas Gerais (36,7%) tinham as menores concentrações.

Em 2008, as 27 capitais concentravam um terço do PIB

Em 2008, as capitais brasileiras representavam 33,9% do PIB brasileiro. As capitais do Norte foram responsáveis por 2,4% desse montante; as do Nordeste, 4,5%; as do Sudeste, 19,0%; as do Sul, 2,9%; e as do Centro-Oeste, por 5,2%. Em 2008 a participação das capitais na composição do PIB nacional foi a menor desde 2004.

Entre as capitais, São Paulo tinha o maior PIB, e Palmas (Tocantins) o menor. Florianópolis (SC) era a única capital que não ocupava a primeira posição dentro do seu estado, ficando atrás de Joinville e de Itajaí.

Os estados do Norte e Nordeste apresentavam grande dependência econômica de suas capitais, em especial Roraima e Amazonas, o estado mais dependente de sua capital, Manaus, responsável por mais de 80% do PIB do estado, em toda a série. Já Santa Catarina era o menos dependente: sua capital contribuiu, em toda a série, com, aproximadamente, 7,0% do PIB do estado.

Com o desenvolvimento econômico do norte fluminense, o estado do Rio de Janeiro vinha diminuindo sua dependência da capital. Em 2004 , representava 50,5% da economia estadual e, em 2008, passou a 45,1%

Fonte: IBGE

 

100 maiores PIBs do Mundo – FMI outubro/2009 17

Newworldmap.png Terra 54,584,918
União Europeia União Europeia 16,905,620
1 Flag of the United States.svg Estados Unidos 14,266.201
2 Flag of Japan.svg Japão 5,048.634
3 Flag of the People's Republic of China.svg China 4,757.743
4 Flag of Alemanha Alemanha 3,235.463
5 Bandeira da França França 2,634.817
6 Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido 2,198.163
7 Itália Itália 2,089.555
8 Brasil Brasil 1,481.547
9 Espanha Espanha 1,438.356
10 Flag of Canadá Canada 1,319.137
11 Flag of Russia.svg Rússia 1,254.651
12 Flag of India.svg Índia 1,242.641
13 Flag of Australia.svg Austrália 920.010
14 Flag of Mexico.svg México 866.336
15 Flag of South Korea.svg Coreia do Sul 800.294
16 Flag of the Netherlands.svg Países Baixos 789.675
17 Flag of Turkey.svg Turquia 593.533
18 Flag of Indonesia.svg Indonésia 514.931
19 Flag of Switzerland.svg Suíça 484.132
20 Bélgica Bélgica 461.489
21 Polónia Polónia 422.965
22 Suécia Suécia 397.703
23 Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita 379.500
24 Áustria Áustria 374.417
25 Flag of Norway.svg Noruega 368.962
26 Flag of the Republic of China.svg Taiwan 357.344
27 Flag of Venezuela.svg Venezuela 353.469
28 Grécia Grécia 338.250
29 Flag of Iran.svg Irã 331.757
30 Dinamarca Dinamarca 308.323
31 Flag of Argentina.svg Argentina 301.331
32 Flag of South Africa.svg África do Sul 277.379
33 Flag of Thailand.svg Tailândia 266.434
34 Finlândia Finlândia 242.328
35 Flag of Colombia.svg Colômbia 228.614
36 Flag of the United Arab Emirates.svg Emirados Árabes Unidos 228.578
37 Irlanda Irlanda 226.771
38 Portugal Portugal 219.844
39 Flag of Israel.svg Israel 215.727
40 Flag of Hong Kong.svg Hong Kong 208.847
41 Flag of Malaysia.svg Malásia 207.350
42 Bandeira da República Tcheca República Checa 189.669
43 Flag of Egypt.svg Egito 187.956
44 Flag of Pakistan.svg Paquistão 166.513
45 Flag of Nigeria.svg Nigéria 165.437
46 Flag of Singapore.svg Singapura 163.132
47 Flag of Romania.svg Romênia 160.674
48 Flag of the Philippines.svg Filipinas 158.702
49 Flag of Chile.svg Chile 150.361
50 Flag of Algeria.svg Argélia 134.797
51 Flag of Peru.svg Peru 127.368
52 Hungria Hungria 124.241
53 Flag of Ukraine.svg Ucrânia 115.706
54 Flag of Kuwait.svg Kuwait 114.878
55 Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia 109.563
56 Flag of Kazakhstan.svg Cazaquistão 107.038
57 Flag of Qatar.svg Qatar 92.541
58 Flag of Bangladesh.svg Bangladesh 92.121
59 Flag of Vietnam.svg Vietnã/Vietname 91.764
60 Flag of Morocco.svg Marrocos 90.775
61 Eslováquia Eslováquia 88.296
62 Flag of Angola.svg Angola 69.708
63 Bandeira da Croácia Croácia 61.724
64 Flag of Libya.svg Líbia 60.609
65 Flag of Ecuador.svg Equador 55.613
66 Flag of Syria.svg Síria 54.352
67 Flag of Sudan.svg Sudão 54.294
68 Oman flag 300.png Omã 52.335
69 Flag of Slovenia.svg Eslovênia 49.551
70 Flag of Belarus.svg Bielorrússia 49.043
71 Luxemburgo Luxemburgo 46.513
72 Flag of Bulgaria.svg Bulgária 44.777
73 Flag of the Dominican Republic.svg República Dominicana 44.716
74 Flag of Azerbaijan.svg Azerbaijão 42.505
75 Flag of Serbia.svg Sérvia 42.385
76 Flag of Sri Lanka.svg Sri Lanka 41.323
77 Flag of Tunisia.svg Tunísia 39.573
78 Flag of Guatemala.svg Guatemala 36.471
79 Lituânia Lituânia 35.964
80 Flag of Ethiopia.svg Etiópia 33.920
81 Flag of Lebanon.svg Líbano 32.660
82 Flag of Uruguay.svg Uruguai 31.606
83 Flag of Uzbekistan.svg Uzbequistão 30.321
84 Flag of Kenya.svg Quênia 30.212
85 Flag of Costa Rica.svg Costa Rica 29.291
86 Flag of Myanmar.svg Mianmar 26.523
87 Flag of Yemen.svg Iémen/Iêmen 26.236
88 Flag of Turkmenistan.svg Turcomenistão 26,201
89 Flag of Panama.svg Panamá 24.754
90 Letónia Letônia 24.198
91 Chipre Chipre 23.221
92 Flag of Trinidad and Tobago.svg Trinidad e Tobago 23.002
93 Flag of Cote d'Ivoire.svg Costa do Marfim 22.909
94 Flag of Jordan.svg Jordânia 22.556
95 Flag of El Salvador.svg El Salvador 22.166
96 Flag of Tanzania.svg Tanzânia 22.159
97 Flag of Cameroon.svg Camarões 21.820
98 Flag of Bahrain.svg Bahrein 19.361
99 Estónia Estônia 18.045
100 Flag of Bolivia.svg Bolívia 17.549

Fonte: FMI – Dados até outubro de 2009 (http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2009/02/weodata/index.aspx)

VEJA >>>>>>>>>>>

Projeção dos PIBs entre 2011/2016 FMI (2011) 

Os 100 Maiores PIBs do Mundo (FMI 2011)

Ética, o que é isso? 3

Muitos não sabem o que é. Muitos sabem mas não a realizam e muitos simulam que a praticam.

O Triste é que em várias (na esperança de não dizer todas) instituições públicas/socias a ÉTICA  esta sendo ignorada.