Pra frente Brasil! (Copa do Mundo 2010) 1

É muito difícil (mesmo para os que afirmam não gostar de futebol)  ficar neutro diante da euforia e do espírito de  patriotismo  e união que envolve os brasileiros durante as “Copas do Mundo”.

Somos os únicos a ter conquistado 5 (cinco) títulos mundiais.

Neste cenário somos a “superpotência”, somos os gigantes.

E este sentimento de grandeza e destaque produz efeitos em nosso povo que extravasa um patriotismo raro (normalmente reprimido por sedimentadas experiências de submissão econômica, política ou internacional).

Ruas e casas decoradas com faixas, fitas e pinturas nas cores verde e amarelo. Automóveis adornados com o pavilhão nacional. Milhares trajando seu uniforme “canarinho”.

Imiscuído com este “clima”, relembro no vídeo acima a música que embalou a conquista da Copa do Mundo do México em 1970 (Tri) pela seleção considerada  a melhor de todos os tempos.

Na Copa de 2010, não temos jogadores com a mesma qualidade técnica de Pelé, Tostão, Carlos Alberto, Gerson, Rivelino e Jairzinho, mas não me filio aos “pessimistas de plantão”.


PRA FRENTE BRASIL!

O Brasil ainda é o “País do Futebol” 2

Após esta perdendo por 2 x0, a seleção brasileira conseguiu uma incrível virada frente a equipe do EUA, conquistando pelo placar de 3×2 a Copa das Confederações.

Trata-se da 7o (sétima) edição de um torneio organizado pela FIFA e que conta com a participação do País sede da próxima Copa do Mundo (África do Sul), o atual campeão mundial (Itália), e os campeões das confederações:  Eurocopa (Espanha); Copa das Nações Africanas (Egito); Copa da Ásia ( Iraque  ); Copa das Nações da Oceania  (Nova Zelândia); Copa Ouro da CONCACAF  (Estados Unidos) e Copa América (Brasil).

Com este título a seleção brasileira tornou-se a única a vencer o torneio pela terceira vez (França 2, Argentina 1, México 1 e Dinamarca 1).

A “Fúria” espanhola, que deixou a modéstia em casa, chegou à Africa do Sul como favorita.  Com a arrogância de quem se achava imbatível,  voltou com o salto alto na bagagem e um modesto “terceiro lugar”.

Já o Brasil,  desacreditado e  jogando um futebol objetivo, responsável e sem estrelismos, acabou trazendo o caneco.

Quem sabe assim, repetindo a mesma fórmula e jogando somente com estrelas no peito não triunfemos com o HEXA.